O seu público chega às suas mensagens desinteressado, sobrecarregado e cético, com a atenção
esgotada. Enquanto a discussão gira em torno apenas do que converte mais e mais rápido, a prática
continua priorizando respostas fáceis e numerosas.
E na comunicação, quando temos excesso de respostas, precisamos de quem faça boas
perguntas, de quem busca consistência, de quem é curioso para construir boas marcas.